“Eu quero investir”. Essas são as palavras poderosas que já mudaram a vida de muita gente e podem começar a mudar a sua também.

A partir do momento em que se decide começar a investir, a sua vida se abre para um novo caminho que pode levar ao crescimento econômico, à realização de sonhos pessoais e à independência financeira.

Porém, é necessário bastante planejamento, dedicação e força de vontade para alcançar tudo isso. E um bom começo na sua vida de investidor pode facilitar muito a sua jornada.

Mas como começar a investir corretamente? Quais são os primeiros passos? Se você está com essas dúvidas, este artigo foi feito para você. Continue lendo!

1. Quite as suas dívidas antes de começar a investir

Imagine que você começa a investir e logo recebe os primeiros ganhos das suas aplicações. Que felicidade, não é mesmo?

Porém, o telefone toca e é aquele credor que segura uma dívida sua há algum tempo. Seu rendimento recém-obtido vai direto para ele.

Passam os meses e, novamente, você recebe os ganhos dos seus investimentos. Agora sim é hora de celebrar, certo? Antes mesmo de terminar de comemorar, o telefone toca de novo: é a operadora do cartão de crédito cobrando aquela dívida no rotativo do mês passado.

Fica complicado crescer um patrimônio assim, não é mesmo? Por isso, antes mesmo de começar a investir, você precisa limpar a sua vida financeira de débitos.

Procure maneiras de quitar as dívidas na sua vida. Em casos mais simples, um ou dois meses com cortes no orçamento já devem ajudar. Nos mais complicados, pode ser necessário pegar um empréstimo para limpar o seu nome.

2. Livre-se de maus hábitos financeiros antes de investir

Imagine que você tenha um vazamento na caixa d’água da sua casa. Todos os dias, centenas de litros vazam por ali. Vale a pena continuar colocando água na caixa antes de consertar os furos? Não, certo?

Com a sua vida financeira, é a mesma coisa.

Não adianta começar a investir se o seu orçamento familiar está cheio de vazamentos. Por isso, o ideal é fazer um levantamento dos seus gastos mensais e realizar uma vistoria para garantir que tudo está em ordem.

Procure por custos supérfluos que possam ser cortados, ou substituídos por alternativas gratuitas. Revise cada despesa do orçamento. Faça questão de engajar os filhos e toda a família na economia familiar.

Seja como for, garanta que não há nenhum vazamento na sua vida financeira antes de começar a investir para que os seus ganhos fiquem com você e não fujam pelo ralo.

3. Estabeleça metas iniciais para os seus investimentos

Em certos níveis, investir é como cuidar de uma plantação. A primeira parte do trabalho é arar o solo, limpá-lo de sujeiras e garantir que o terreno está fértil para o plantio se desenvolver.

Nós já fizemos isso nos dois primeiros passos. Agora, as coisas mudam de foco. A questão é: aonde você quer chegar com os seus investimentos?

Sem metas definidas, você não tem como saber se as suas aplicações estão rendendo o esperado, ou se o seu dinheiro está no lugar certo.

Portanto, você precisa começar com metas simples e tangíveis. Que tal estipular uma reserva de emergências como objetivo inicial para os seus investimentos?

Segundo especialistas, uma reserva de emergência deve ser o equivalente a 3 até 6 meses dos seus gastos mensais. Se o seu orçamento familiar custa, digamos, R$ 3.000,00, então, você deve guardar algo entre R$ 9.000,00 a R$ 18.000,00 para se prevenir contra imprevistos.

Quando atingir essa meta, passe para outra. Pode ser uma viagem, a faculdade dos filhos, ou, inclusive, a sua aposentadoria. Você escolhe.

4. Poupe o suficiente para começar a investir

Hoje em dia, é possível começar a investir com um mínimo de R$ 1,00 em algumas opções de aplicações muito lucrativas.

Portanto, aquela história de que, primeiro, você precisa juntar uma montanha de dinheiro para começar a investir não é mais verdade. Porém, isso não significa que você não deva economizar.

O melhor hábito de um investidor é separar uma parte do seu salário para aplicar todos os meses. Por isso, você precisa poupar um pouquinho no seu orçamento familiar para financiar essas aplicações mensais.

Uma excelente maneira de criar esse hábito é com o Desafio das 52 Semanas. Tente realizá-lo e veja como os seus futuros investimentos podem se beneficiar com isso!

5. Estude o máximo possível sobre investimentos

Em "A Arte da Guerra", Sun Tzu escreve uma pérola de sabedoria: “Se você conhece a si mesmo e ao seu inimigo, não precisa temer o resultado de cem batalhas”.

Ou seja: se você está bem informado, conseguirá tomar as decisões corretas que levarão ao melhor resultado possível.

Na sua vindoura vida de investidor, essa máxima deverá acompanhá-lo sempre. Por isso, estude sempre para conhecer os ativos disponíveis no mercado, seus rendimentos, seus riscos e suas características básicas.

Entenda como a flutuação da Selic ou da Inflação afetam os seus ganhos e para onde direcionar o seu dinheiro em cada caso. Se souber isso, não precisará temer o resultado de cem batalhas.

6. Escolha um parceiro confiável para investir

Você está quase pronto para começar a aplicar o seu dinheiro. Faltam apenas mais 2 passos. Está ficando ansioso? Calma que já estamos quase lá.

Vamos recapitular o que já aprendemos até o momento:

  • você precisa se livrar das dívidas e de maus hábitos financeiros;
  • deve estabelecer metas para os seus investimentos;
  • precisa poupar mensalmente para aplicar e potencializar os seus ganhos;
  • deve estudar sempre que possível.

O que falta? Um parceiro confiável, claro.

Para investir, você precisa selecionar um banco ou uma corretora que seja de sua confiança para aplicar nos ativos disponibilizados por essa instituição financeira.

Faça uma pesquisa extensa sobre o histórico de cada alternativa disponível. Escolha uma instituição com anos de tradição e confiança no mercado, que ofereça transparência nas opções de negócio e que seja prática e cômoda para a sua vida.

Afinal, você não quer confiar o seu dinheiro em uma instituição com risco de falência, ou que não cumpra o combinado, não é mesmo?

7. Comece a investir devagar, com opções seguras

Pronto, você já se preparou e escolheu uma instituição parceira. Por onde começar a investir?

O ideal é começar a aplicar em opções seguras, mas que sejam altamente lucrativas para se acostumar com a vida de investidor.

Existem três excelentes opções para quem está começando agora:

  • CDB: títulos privados com alta rentabilidade e protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos;
  • LCI e LCA: letras de crédito com isenção no Imposto de Renda, também protegidas pelo FGC.

Clique nos links acima para conhecer profundamente cada aplicação citada.

Quando estiver mais acostumado a investir e sem medo, comece a aumentar o ritmo e os valores aplicados nessas modalidades, potencializando os seus ganhos. Faça o mesmo com as suas metas e mire progressivamente mais alto.

Seguindo esses passos, fica muito fácil começar a aplicar o seu dinheiro. Agora é só olhar no espelho, repetir “Eu quero investir!” e seguir as nossas dicas.

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