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Vamos lá!

O que é IPTU?

Quando o início do ano se aproxima, com ele chegam diversas contas e outras obrigações, e uma das mais importantes é pagar o IPTU

Diante desse cenário, sempre surge uma dúvida: é melhor pagar o IPTU à vista ou parcelado? 

Neste artigo, você encontrará opções de pagamento, as vantagens e desvantagens de cada uma, e ainda como se planejar para fazer a escolha mais vantajosa para o seu bolso. Acompanhe as dicas e descubra qual a melhor forma de quitar esse imposto e manter a organização financeira!

Tabela IPTU em São Paulo Tipo de imóvel x aliquota
Tabela 1: IPTU em São Paulo, Tipo de imóvel x Alíquota

 

Veja abaixo o cálculo de IPTU de um imóvel em São Paulo:

Caso você tenha um imóvel edificado residencial no valor de R$ 1.000.000,00, ao aplicar a alíquota de 1,00%, o valor do IPTU cobrado sobre o valor deste imóvel é de R$ 10.000,00.

No município de São Paulo, também é autorizado o pagamento desse imposto em até dez prestações, com parcelas superiores a R$ 50,00.

Agora você deve estar se perguntando como é definido o valor de cada imóvel, certo? Ele é definido pelo Estado, levando em consideração o ano do imóvel, a localização, a valorização ou a desvalorização da região em que ele se encontra.

Para que serve o IPTU?

Sua cobrança é feita pela prefeitura, cujo valor arrecadado pode ser destinado para atender às necessidades do município conforme a designação do gestor público. Logo, o valor recolhido pode ser aplicado em melhorias de infraestrutura em parques, ruas e estradas, bem como pode ser investido em áreas como educação, saúde e na segurança pública.

Em outras palavras, a cobrança do IPTU serve para que o governo consiga pagar os diferentes tipos de despesas dos municípios.

Veja também: 

Tem como ser isento do IPTU?

A cobrança desse imposto também está atrelada à condição do proprietário. Em algumas cidades, aposentados e pensionistas podem ter direito ao benefício de pagar um valor menor ou até mesmo de se tornarem isentos do pagamento do IPTU

Segundo o Governo Federal os casos de isenção do IPTU estão previstos no Código Tributário Municipal, conforme a Lei Complementar 1.508/2003. Portanto, está isento de IPTU o imóvel pertencente às pessoas de baixa renda, ou seja, que possua renda inferior a ⅓ do salário mínimo e que preencham os seguintes requisitos: 

  1. a) resida no imóvel; 
  2. b) não possua outro imóvel no mesmo município; 
  3. c) a área do terreno não seja superior a 300 m²; 
  4. d) a área da construção não ultrapasse 60 m².

Também é importante informar que a isenção só é possível para quem faz a solicitação no órgão responsável em sua cidade. Geralmente, a data limite para solicitar é até o último dia útil do mês de junho de cada ano.

Mas atenção: podem existir outras regras de solicitação de isenção do IPTU que mudam de município para município, portanto, você precisa verificar junto à prefeitura da sua cidade sobre tais condições, benefícios e vencimento do IPTU

Qual a melhor forma de pagar IPTU: à vista ou parcelado?

Agora que você já sabe do que se trata, chegou a hora de decidir sobre de que forma você irá pagar o IPTU: à vista ou parcelado? Descubra a seguir as vantagens e desvantagens e de que maneira você pode economizar

É vantajoso pagar IPTU à vista?

Ao efetuar o pagamento à vista, a primeira vantagem obtida é o fato de você acessar descontos, que geralmente variam entre 3% e 10%. Estes percentuais dependem da gestão atual na sua cidade, sendo preciso verificar diretamente com o setor responsável. 

Para ficar ainda mais claro se há ou não vantagem no pagamento do IPTU à vista, ou parcelado, verifique o exemplo abaixo:

Juros do parcelamento do IPTU inferior ao retorno do investimento, pagar parcelado
Quadro 1: Quando pagar IPTU parcelado*

 

Juros do parcelamento do IPTU superior ao retorno do investimento, pagar à vista
Quadro 2: Quando pagar IPTU à vista*
 
 

*Obs: Cálculos dos juros utilizando como parâmetro o Simulador do Banco Sofisa Direto

Para aproveitar o desconto aplicado sobre o pagamento do IPTU, conforme descrito na segunda tabela, pode ser mais vantajoso utilizar uma reserva financeira e fazer o pagamento à vista do seu IPTU. Caso o desconto aplicado seja menos que o percentual de rendimento do seu investimento, então a melhor saída é efetuar o pagamento parcelado, conforme na primeira tabela.

Caso você não tenha conseguido pagar o IPTU à vista esse ano, ainda dá tempo de se programar para o próximo ano. Assim como o IPTU pode ser pago à vista com descontos, o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores, o IPVA, cobrado pela Fazenda Estadual, também oferece essa vantagem e você pode usar a mesma comparação para decidir se vale a pena pagar à vista ou parcelado. 

Saiba mais sobre esse imposto no blog do Banco Sofisa Direto.

Planejamento financeiro: IPVA e IPTU chegaram, o que fazer?

Como dividir o IPTU sem prejudicar as finanças?

Caso você não tenha uma reserva financeira específica para pagar o IPTU, será necessário optar por pagar o IPTU de maneira parcelada. E, para não atrapalhar a saúde financeira, é preciso entender o quanto o acréscimo dessa conta vai impactar no seu orçamento. 

Como fazer um planejamento para pagar IPTU?

Como já se sabe, o IPTU é cobrado todos os anos, logo, você deve se planejar previamente para realizar o pagamento dessa conta sem comprometer o seu orçamento. Mas de que maneira isto é possível?

Se preparando e adotando algumas medidas básicas de planejamento financeiro que se aplicam ao IPTU, como também para qualquer outra conta durante todo o ano. Para alcançar mais liberdade financeira, em especial no começo do ano, confira algumas medidas muito eficazes. 

1. Faça uma lista de todos os custos e despesas 

Para fazer um planejamento financeiro e realizar uma análise prévia, você precisará fazer uma lista de todos os custos e despesas com base nos anos anteriores. Também é necessário controlar as suas despesas mensais fixas e variáveis e acrescentar os valores que surgiram. 

Impostos e algumas despesas podem sofrer variações ao longo do tempo, mas nada que lhe impeça de se preparar com base em períodos anteriores. O ideal é que você já comece a fazer um planejamento. 

Se você pretende viajar, é importante definir o destino com antecedência, pesquisar valores, hotéis, para ter uma noção de quanto a viagem sairá e poder incluir no seu planejamento. Você pode seguir os mesmos passos, em caso de decidir passar as festas de fim de ano em família em um lugar especial.

E como ficam os impostos? 

Você precisa colocar todas as despesas, incluindo o IPTU e IPVA "no papel", a fim de ter uma visão clara das contas que você precisa pagar e de como usar o seu dinheiro da melhor forma possível. Com antecedência, você pode diluir o valor desse imposto e de outras contas fixas e recorrentes ao longo do ano, sem ter que arcar com tudo de uma só vez.

2. Revise as contas 

Sabe quando você se pergunta: para onde foi todo meu dinheiro? Geralmente, essa é uma questão que tem uma resposta difícil e está atrelada à falta de organização financeira, por isso, segue uma dica muito valiosa: revise suas contas pelo menos a cada seis meses.

Verifique de maneira atenciosa quais os gastos que podem ser retirados do orçamento ou ao menos podem ser reduzidos. Tente negociar a anuidade de cartão de crédito, quantidade de serviços de streaming contratados, reduzir o delivery durante a semana ou quem sabe até cancelar a academia que você não tem conseguido frequentar!

Faça esse exercício constantemente e seja bastante honesto com as escolhas feitas. Lembre-se que, dessa forma, você poderá saber de forma mais precisa para onde está indo seu dinheiro e como você pode realizar mais objetivos por meio dessa organização.

3. Invista com objetivo

Organização e planejamento podem conduzir as suas finanças para a realização de muitos objetivos. Investir por objetivo pode ser uma forma de você conseguir concretizar seus sonhos mais rápido do que imaginava. 

Investir com objetivo é uma das maneiras de você ter uma reserva financeira e ter o seu dinheiro trabalhando para você ao longo do ano. Você pode optar, por exemplo, por investimentos atrelados ao CDI e à Selic, que tendem a oferecer uma boa rentabilidade, liquidez e segurança para suas finanças. 

Com o planejamento feito e com informações precisas sobre suas despesas anuais, você consegue, por exemplo, reservar o valor do IPTU e deixá-lo investido para quando chegar o momento de fazer o pagamento desse imposto ou de qualquer outra conta. 

Para ajudar no seu planejamento, você também pode investir o seu 13º salário, caso faça parte da sua realidade, e juntamente com a rentabilidade do período, isso pode ajudar bastante com a quitação das despesas do começo do ano ou até mesmo a compor a sua reserva de emergência.  

Lembre-se sempre que, para ter uma boa saúde financeira, é necessário ter um planejamento adequado à sua realidade, sem perder o foco e a organização, para quando as despesas chegarem, você esteja preparado para possíveis imprevistos. 

Gostou dessas dicas de planejamento financeiro para pagar o IPTU? No blog do Banco Sofisa Direto, você encontra mais dicas financeiras sobre como organizar as finanças do começo do ano e ter a tranquilidade financeira que você deseja! 

Como organizar as finanças do começo do ano?

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