Escolher entre investir ou economizar é um dilema para praticamente qualquer pessoa hoje em dia, em especial nos tempos de instabilidade econômica. Alguns dizem que vale mais a pena guardar para alguma emergência, enquanto outros preferem aplicar o que têm hoje para garantir estabilidade no futuro. E, no meio dessa história, você pode ficar indeciso, o que não costuma ser nada bom.

Antes de continuar, vale lembrar que as duas perspectivas são perfeitamente válidas, mas não excludentes. Basta saber quando é hora de focar nas economias e qual é o momento de fazer investimentos maiores. E, claro, em qualquer um dos casos, você precisa saber como obter o maior retorno possível de suas ações.

Se você ainda não sabe em qual das duas estratégias deve focar sua atenção no momento, não se preocupe. Apenas continue lendo e veja como fazer sua escolha e ter o máximo de desempenho!

Como saber se é hora de investir ou economizar?

Essa é uma questão recorrente e, em alguns casos, bem simples de responder. No geral, você deve iniciar pelas suas economias, pois elas vão te dar a base necessária para fazer novos investimentos. Se ainda não possui uma reserva de emergência, é melhor começar a montá-la a partir de agora. Afinal, nunca se sabe quando esperar o inesperado.

Depois de conseguir alguns recursos, aí sim você pode colocar uma parte do seu orçamento em uma modalidade de investimento. Não é necessário esperar até conseguir uma reserva muito grande, apenas o suficiente para te dar cobertura em caso de alguma perda.

Basta equilibrar os dois até que suas economias estejam bem nutridas e depois focar sua energia apenas em investimentos. Dessa forma, você pode se garantir para o presente e ainda assegurar estabilidade para o futuro.

O que fazer para economizar melhor?

1. Registre todas as transações

Seja para investir ou economizar, manter um controle das suas finanças é fundamental para que você tenha sucesso. Não só no que diz respeito às emergências, mas também no seu dia a dia. Montar um orçamento pessoal ou familiar vai ajudar você a não perder suas economias de vista, além de facilitar sua nutrição.

Elaborar esse registro não é tão difícil. Basta listar todos os seus ganhos e gastos e garantir que as saídas não superem as entradas. Para isso, é preciso anotar também de onde veio cada valor e para onde foi. Em vez de anotar que “gastou R$ 10”, você deve anotar que “gastou R$ 10 com um lanche no dia tal”. Acredite, isso vai ser muito útil na hora de fazer alguma intervenção.

2. Reserve um pouco para emergências

Uma parte do que você guarda deve ser destinada exclusivamente a um fundo de emergência. Ou seja, depois de guardado, você não deve mais pôr as mãos nesse dinheiro, a menos que haja uma situação de força maior envolvida — acidentes, problemas de saúde ou qualquer coisa mais grave e realmente urgente.

Em geral, essa reserva pode ser quantificada à parte de suas economias. Via de regra, 10% do seu orçamento mensal deve ser guardado para emergências. Se sobrar mais do que isso, você pode deixar esse dinheiro à sua disposição para outras coisas, como uma viagem ou uma compra fora do comum. Mas não se esqueça de que o investimento vem antes!

3. Evite comprar parcelado

Este é o maior assassino de qualquer boa economia. Claro que há incontáveis situações em que você precisa arcar com o parcelamento, como na compra de um eletrodoméstico. Mas você sabe como pode ser tentador parcelar um computador, uma TV ou outro bem menos necessário. Não é necessariamente algo errado, mas essas parcelas sempre comem uma parte do seu orçamento mensal.

O problema começa ao deixar essa tentação sair do controle. Antes que perceba, seus custos com parcelas podem pegar os 10% de economias devem ser guardadas todo mês. Sem falar que, com a aquisição a prazo, você pode pagar muito mais do que se fosse à vista. Se não precisa de algo agora, se planeje, guarde o dinheiro e pague tudo no ato.

O que fazer para investir melhor?

1. Estude as diferentes opções

Para investir ou economizar, o importante é entender como usar seus recursos. No caso dos investimentos, uma forma de administrá-los é aplicar seu dinheiro nos produtos certos. E não faltam opções com boa rentabilidade no mercado, muitos deles com uma margem de risco bem pequena.

Alguns exemplos mais comuns são o LCI, LCA e o CDB. Todos são investimentos conservadores, de risco mínimo e com rentabilidade acima da Poupança. Se você acompanhá-los ao longo do tempo, poderá descobrir qual está com maior rentabilidade no momento e conseguir um bom retorno.

2. Tenha metas claras para seus investimentos

Já notou como é mais fácil fazer qualquer coisa quando você tem um objetivo claro para suas ações? Isso é um efeito psicológico muito utilizado em projetos, pois garante que você tenha sempre um norte para seguir e saiba exatamente quando obteve sucesso.

Um plano de investimentos pode ser algo como “acumular o suficiente para me aposentar” ou “juntar uma quantia para dar entrada na casa própria”. A princípio, esses objetivos parecem vagos, mas você sempre pode atribuir um valor específico e um prazo a eles. É isso que caracteriza uma meta.

Agora que você tem essas informações, pode escolher entre investir ou economizar com mais responsabilidade. Quer continuar acompanhando nossas dicas? Então siga-nos no Facebook, Twitter, LinkedIn e YouTube para ficar sempre por dentro das novidades!

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