Você tem cada vez mais contas para saldar e não está dando conta do recado? O empréstimo para pagar dívidas pode ser a solução para o seu problema.

O endividamento é uma situação desagradável, mas que acomete 40% da população adulta brasileira. Isso é o que mostram os dados da Serasa Experian. A situação é ainda pior para aqueles com débitos relativos a cartão de crédito e cheque especial.

Talvez você esteja se perguntando: "se já estou devedor, de que adianta pegar um empréstimo?". A ideia é trocar uma dívida cara por uma mais barata, ou seja, com taxas de juros menores. Isso vai fazer com que suas finanças se equilibrem de forma mais fácil.

Se quer conseguir esse resultado, vamos mostrar 4 dicas para usar o empréstimo como forma de pagamento de dívidas anteriores. Assim, poderá quitar tudo sem se atolar ainda mais. Então, vamos lá?

Como usar o empréstimo para pagar dívidas?

Essa é uma medida recomendada por economistas: sempre que estiver endividado e os débitos tiverem a incidência de juros altos, é melhor pegar um empréstimo que cobre taxas menores.

Essa ideia faz sentido. Se você não acredita, basta ver as taxas do cartão de crédito e do cheque especial. No primeiro caso, o índice chega a 363,3% ao ano, de acordo com o Banco Central (Bacen), em dados divulgados pelo G1.

No segundo, a taxa é de 13,53% ao mês, segundo análise do Procon de São Paulo divulgada pelo G1. Na prática, esses dados indicam que a sua dívida vira uma "bola de neve" pelo acúmulo mensal.

É preciso lembrar também de que o cálculo é feito a partir de juros compostos, o que agrava ainda mais a situação. Por meio de um exemplo simples, é possível entender o que isso significa.

No caso do cartão de crédito, uma dívida de R$ 1 mil por um ano, sem pagamentos, ocasionaria um montante de R$ 4.633,41 para ser quitado. Em dois anos, o valor passaria para R$ 21.469,09.

Já no cheque especial, com as mesmas condições, a dívida ficaria em R$ 4.584,71 em um ano e em R$ 21.020,18 no dobro do tempo. Realmente não compensa, certo? Afinal de contas, a cada dia você se vê mais sufocado.

É aí que aparecem opções melhores. Porém, é preciso saber escolher outro empréstimo de forma inteligente para sair do vermelho. Veja a seguir algumas dicas que vão ajudar na seleção:

1. Selecione um empréstimo que caiba no seu orçamento

A primeira regra para trocar uma dívida por outra é que a nova parcela deve caber no seu orçamento. Você deve conseguir quitar o valor mensal. Caso contrário, a estratégia não surte efeito.

Outra questão importante é substituir todas as suas dívidas, não apenas uma ou duas. É melhor fazer isso para tentar um prazo de pagamento maior e que facilitará que o parcelamento esteja de acordo com o orçamento.

Ou seja, se você tem, por exemplo, dívidas de dois cartões de crédito, cheque especial e empréstimo pessoal, entre em contato com as instituições financeiras para as quais deve e verifique qual a soma de todos esses débitos.

Com o valor em mãos, procure um banco que ofereça o crédito com garantia de imóvel, que tem taxas mais baixas e permite contratar um montante alto. Observe que isso requer uma análise do real cenário das suas finanças pessoais.

2. Verifique uma opção com juros menores que a atual

As taxas são verdadeiras vilãs para os endividados. Como já mostramos, um débito de R$ 1 mil pode facilmente se transformar em um compromisso que ultrapassa R$ 20 mil. É só não pagar nada durante dois anos.

Essa situação decorre da taxa de juros cobrada, que ainda é calculada no modo composto. Por outro lado, existem opções mais baratas do que o cartão de crédito e o cheque especial.

Se o primeiro está a 363,3% ao ano e o segundo em 13,53% ao mês, o empréstimo pessoal é de 6,37% ao mês. Vamos fazer a mesma conta de antes para ver em quanto fica o débito de R$ 1 mil depois de um e dois anos? 

Na primeira situação, o montante chega a R$ 2.098,03. Na segunda vai para R$ 4.401,78. Já é um cenário muito melhor, certo? Afinal de contas, em um ano passando a dívida do cartão de crédito para o empréstimo pessoal você consegue economizar R$ 2.535,38 e, em dois anos, R$ 17.067,31. Os valores são semelhantes no caso do cheque especial.

Por outro lado, existe uma opção ainda mais barata: o crédito com garantia de imóvel. Esse empréstimo tem as menores taxas do mercado, não ultrapassando 2% ao mês.

Para comparar, a mesma dívida nas mesmas condições com essa taxa de juros ocasionaria um acumulado de R$ 1.268,15 em um ano e de R$ 1.608,26. Percebe a diferença?

O cuidado que se deve ter é com o pagamento mensal, já que o seu imóvel será dado como garantia.

3. Selecione uma instituição de confiança

O banco com o qual você fará a contratação do empréstimo deve ser sólido. Se fizer negócio com uma instituição financeira pouco confiável, pode passar por imprevistos ao longo do processo — como o pagamento de taxas extras, que vão aumentar a dívida e o parcelamento mensal.

O ideal é entrar em contato com um banco que já é reconhecido no mercado. Uma boa opção é o Sofisa Direto, totalmente online e transparente em suas negociações. 

4. Não use o cartão de crédito até quitar as dívidas

O equilíbrio das finanças passa por pagar o empréstimo e não contrair outros débitos. Por isso, calcule uma parcela mensal que caiba no seu bolso e ainda sobre dinheiro para cumprir com as contas, alimentar-se e fazer algumas atividades.

Essa medida é importante para que você não use mais o cartão de crédito ou o cheque especial até saldar o empréstimo. Assim, é possível reequilibrar o orçamento e aprender a controlar seus gastos.

Entendeu de que forma você pode usar o empréstimo para pagar dívidas? Essa é uma medida válida e que vale a pena considerar. Que tal então ler nosso post que explica como funciona o crédito com garantia de imóvel?

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